Será pelos dias que correm um pensamento comum do jovem Português, sair do país, por mais nacionais que que seja e amor que tenha a minha pátria, sou forçado pela circunstancias a admitir que o meu futuro passe por outro canto qualquer do mundo que não seja Portugal.
Cada vez mais nos devemos sentir como cidadãos do mundo, e aproveitar essa deixa para partir para outro lugar em busca de um futuro melhor, não só é justo como também é um direito. Podemos falar muito do estado do país, ou de como a crise nos afecta a todos, mas falar só não adianta, é preciso agir e por muito que me custe admitir a chama da esperança de um bom futuro em Portugal para um jovem de 25 anos sem curso superior, é de veras uma chama muito fraca.
Sair de Portugal não deve significar cortar de vez como tudo o que representa o país, antes pelo contrario se algum dia vier a sair de terras Lusitanas em busca de uma vida melhor, levarei certamente comigo, a cultura, o espírito, o carisma e a marca de pertencer a uma nação como poucas. É fundamental mantermos a identidade cultural que nos caracteriza como povo ímpar no mundo onde quer que estejamos, mas sempre com a lembrança que temos de respeitar o sitio onde nos encontramos, as suas crenças e cultura.
BY:André Leal
O “ideias as cores” é um blog onde serão publicados posts acerca dos mais variados temas, ideias minhas, entre outros assuntos. Vamos dar maior ênfase a temas como Tecnologia, História, Astronomia, Ciência, Actualidades, Cinema, Musica etc… Este blog destina se a todos os amantes do conhecimento geral, este vai ser o espaço de acção livre da mente na internet, pois o lema é “Tudo tem um lado interessante”.
sábado, 10 de dezembro de 2011
quarta-feira, 9 de novembro de 2011
Hoje a Europa, Hoje Portugal
Hoje a Europa
Rui Estevão Alexandre in revista Sabado 3 de Novembro de 2011
A Europa agoniza na sala dos fundos de um hospital de terceiro mundo. Ninguém repara muito nela, nem se debruça o suficiente sobre o caso clínico a ponto de lhe encontrar uma cura. Ninguém parece, portanto, muito preocupado com a sua recuperação, rápida ou lenta. Dos seus diversos membros um está em fase de colapso, enquanto outros estão a aproximar-se rapidamente deste ponto demasiado crítico. Os dias que se vivem na Europa de hoje são terrivelmente perturbantes para quem se habituou a viver num clima de paz e prosperidade e, de repente, sente que todas as conquistas dadas como adquiridas se tornaram num turbilhão de vulnerabilidades. A preocupação com as dívidas externas dos Estados europeus e dos privados sobrepôs-se de forma absolutamente inadmissível à consolidação de uma forma verdadeiramente unificada de cidadania europeia. Da Europa dos Estados e dos cidadãos passou-se à Europa das constantes cimeiras franco-alemãs. Da Europa das decisões colectivas transitou-se para uma outra realidade de domínio individualista de dois Estados cujos Governos, de direita conservadora, se encontram rendidos ao mercado e à sua capacidade de auto-regulação, que mais não significa do que uma tentativa desesperada de proteger os seus próprios sistemas financeiros. Eu acredito num projecto de uma Europa Federalista, num projecto arrojado de uma verdadeira unificação do que pode e deve ser unificado, mas onde sejam asseguradas as diversidades culturais. Onde cada Estado passe a ser verdadeiramente um membro de uma entidade maior.
Hoje Portugal
Por cá, entre as notícias que vão chegando da Grécia e de Cannes, onde parece que os hotéis de luxo se encontram cheios de chefes de Estado e de Governo, a classe política discute o mais duro Orçamento de Estado (OE) de que há memória, mas simultaneamente o mais injusto e o mais letal. Apesar disso e depois de no início desta semana terem surgido notícias de que o anterior secretário-geral do PS teria influenciado alguns deputados a votarem contra ao orçamento, parece que a opção da actual liderança será a abstenção. Abstermo-nos é não tomarmos posição nenhuma. É querer ficar bem com Deus e como Diabo. É não assumir que este OE não seria nunca resultado de um Governo socialista. É certo que há compromissos com a troika e que esses compromissos foram, em primeira mão, negociados pelo PS. Mas este OE vai muito além do que a imaginação daquele triunvirato poderia alcançar. O PS não é peça crucial neste processo. O OE passará com ou sem os votos dos deputados socialistas. Por isso, é meu entendimento que só depois de uma negociação séria com o Governo, de que resulte a subtracção ao OE de um conjunto de medidas fortemente penalizadoras quer do comum dos cidadãos, quer das pequenas e médias empresas, o PS poderá tomar uma posição pela abstenção. Caso contrário deveria ser atribuída a liberdade de voto aos deputados socialistas para cada um se expressar com base na sua consciência.
Nos termos em que o texto do OE se encontra e atendendo ao papel de partido subalterno a que o Governo remeteu o PS, eu votaria contra!
Hoje Portugal
Por cá, entre as notícias que vão chegando da Grécia e de Cannes, onde parece que os hotéis de luxo se encontram cheios de chefes de Estado e de Governo, a classe política discute o mais duro Orçamento de Estado (OE) de que há memória, mas simultaneamente o mais injusto e o mais letal. Apesar disso e depois de no início desta semana terem surgido notícias de que o anterior secretário-geral do PS teria influenciado alguns deputados a votarem contra ao orçamento, parece que a opção da actual liderança será a abstenção. Abstermo-nos é não tomarmos posição nenhuma. É querer ficar bem com Deus e como Diabo. É não assumir que este OE não seria nunca resultado de um Governo socialista. É certo que há compromissos com a troika e que esses compromissos foram, em primeira mão, negociados pelo PS. Mas este OE vai muito além do que a imaginação daquele triunvirato poderia alcançar. O PS não é peça crucial neste processo. O OE passará com ou sem os votos dos deputados socialistas. Por isso, é meu entendimento que só depois de uma negociação séria com o Governo, de que resulte a subtracção ao OE de um conjunto de medidas fortemente penalizadoras quer do comum dos cidadãos, quer das pequenas e médias empresas, o PS poderá tomar uma posição pela abstenção. Caso contrário deveria ser atribuída a liberdade de voto aos deputados socialistas para cada um se expressar com base na sua consciência.
Nos termos em que o texto do OE se encontra e atendendo ao papel de partido subalterno a que o Governo remeteu o PS, eu votaria contra!
Rui Estevão Alexandre in revista Sabado 3 de Novembro de 2011
quinta-feira, 3 de novembro de 2011
Não sei que pensar...Tragédia Grega
O assunto que tem estado nas bocas do mundo neste últimos dias é o referendo que o "ainda" primeiro ministro grego, George Papandreou, quer fazer na Grécia a fim de deixar a cabo do povo o destino do país. Hoje Francisco Louçã publicou uma nota na sua pagina do facebook que achei muito interessante e esclarecedora, e que passo a publicar no meu blog.
Tragédia grega 1
O governo grego pode cair amanhã, se perder o voto de confiança no parlamento, e nesse caso não haverá referendo. A incerteza será ainda maior, porque a única solução será novas eleições (ou, mesmo sem eleições, forma-se um governo do PS com a direita, como o directório europeu tem vindo a pedir?).
Há pelo menos uma lição clara desta tragédia: é que, se há uma ocupação imperial de... um país, destruindo a sua economia e transformando os governantes locais em súbditos obedientes, o regime político não aguenta a pressão da democracia. A desagregação do partido socialista e do governo grego indicam o que se pode vir a passar noutros países.
Tragédia grega 2
A generosidade da União Europeia com o último pacote de austeridade tem sido proclamada como uma salvação da Grécia. Nada de mais falso. Este pacote de austeridade é uma tragédia.
É mesquinho: os emprestadores da troika ou o BCE não abatem as dívidas que detêm (respectivamente 65 e 55 biliões de euros).
É insignificante: os bancos privados que podem vir a abater a dívida representam uma pequena parte do seu total. Os anunciados 50% de redução são na verdade pouco mais de 20% do total da dívida soberana grega.
É destruidor: os fundos de pensões dos trabalhadores gregos perdem mais de 11 biliões, e portanto vão falhar os seus compromissos com os reformados.
É grave para a economia: mais despedimentos e mais pobreza.
Os gregos têm todas as razões para recusar este pacote de austeridade.
Tragédia grega 3
Reúne-se hoje uma mini-cimeira do euro. Presentes os governantes que estão mais seguros de perderem as suas próximas eleições: Merkel e Sarkozy que as podem perder dentro de um ano, Zapatero que as vai perder dentro de duas semanas, e Berlusconi, o primeiro-ministro a tempo parcial. Esta é a força do "projecto europeu". Quando a democracia acorda, este directório desmorona-se
Francisco Louçã in facebook
Tragédia grega 1
O governo grego pode cair amanhã, se perder o voto de confiança no parlamento, e nesse caso não haverá referendo. A incerteza será ainda maior, porque a única solução será novas eleições (ou, mesmo sem eleições, forma-se um governo do PS com a direita, como o directório europeu tem vindo a pedir?).
Há pelo menos uma lição clara desta tragédia: é que, se há uma ocupação imperial de... um país, destruindo a sua economia e transformando os governantes locais em súbditos obedientes, o regime político não aguenta a pressão da democracia. A desagregação do partido socialista e do governo grego indicam o que se pode vir a passar noutros países.
Tragédia grega 2
A generosidade da União Europeia com o último pacote de austeridade tem sido proclamada como uma salvação da Grécia. Nada de mais falso. Este pacote de austeridade é uma tragédia.
É mesquinho: os emprestadores da troika ou o BCE não abatem as dívidas que detêm (respectivamente 65 e 55 biliões de euros).
É insignificante: os bancos privados que podem vir a abater a dívida representam uma pequena parte do seu total. Os anunciados 50% de redução são na verdade pouco mais de 20% do total da dívida soberana grega.
É destruidor: os fundos de pensões dos trabalhadores gregos perdem mais de 11 biliões, e portanto vão falhar os seus compromissos com os reformados.
É grave para a economia: mais despedimentos e mais pobreza.
Os gregos têm todas as razões para recusar este pacote de austeridade.
Tragédia grega 3
Reúne-se hoje uma mini-cimeira do euro. Presentes os governantes que estão mais seguros de perderem as suas próximas eleições: Merkel e Sarkozy que as podem perder dentro de um ano, Zapatero que as vai perder dentro de duas semanas, e Berlusconi, o primeiro-ministro a tempo parcial. Esta é a força do "projecto europeu". Quando a democracia acorda, este directório desmorona-se
Francisco Louçã in facebook
segunda-feira, 24 de outubro de 2011
Penso, logo existo!
O cientista francês René Descartes (1596-1650) é considerado o "pai da filosofia moderna", pois colocou a sua vida ao serviço daquela que considerava a melhor causa possível: a obtenção da verdade. Grande inovador da filosofia, foi também o primeiro a submeter as ciências físicas as leis da matemática e o iniciador da concepção mecanicista da Natureza. Apesar da sua formação com os jesuítas, iniciou uma vida de aventuras alistando se no exército protestante de Maurício Nassau, príncipe de Orange, primeiro, e logo de seguida no exército católico do duque da Baviera.
Em 1619 enquanto aguardava que passasse uma tempestade para entar em combate em Neuburg, entregue as suas reflexões, Descartes sentiu uma intuição reveladora de uma nova lógica, que denominou de "inventum mirabile", capaz de fundar uma ciêcia universal. Entusiasmado pela experiencia, decidiu abandonar o exército e as comodidades do mundo; vendeu todas as suas possessões e viveu o resto da vida dos rendimentos, ainda que quase como um anacoreta. Procurando um ambiente adequado para o seu trabalho científico, rumou para a Holanda, onde realizou boa parte da sua contribuição matemática ao elaborar a geometria analítica, com a qual se podiam reduzir os problemas geamétricos a equações algébricas; com isso, conseguiu a universalização e , consequentemente, uma grande simplificação dos problemas.
Uma vez estabelecido o método de trabalho, Descartes dedicou-se a duvidar de tudo, mas metodicamente. Como duvidamos dos conhecimentos dos sentidos, bem como das conclusões das nossas reflexões, há que partir da existência de conhecimentos, certezas que não variem; por exemplo, que dois mais dois são quatro. Mas o primeiro degrau é estar seguro de que há algo de que não se pode duvidar: "Não posso duvidar de que penso e que, ao pensar estou a existir", ou seja, o seu "cogito, ergo sum"("penso, logo existo"). A partir desta certeza, Descartes cimenta o edifício da sua filosofia,, para além de indigar sobre a existência de outras verdades igualmente evidentes, para ele: o eu que pensa (a alma), o ser infinito e perfeitíssimo (Deus) e a realidade externa (o mundo). O Discurso do Método foi publicado em 1637 e teve tal impacto que o pensamento científico posterior é considerado herdeiro da sua obra, denominada "cartesiana", devido ao nome latino pelo qual também era conhecido, Cartesius.
Fonte: Suplemento Superinteressante nº68 História Divertida.
Em 1619 enquanto aguardava que passasse uma tempestade para entar em combate em Neuburg, entregue as suas reflexões, Descartes sentiu uma intuição reveladora de uma nova lógica, que denominou de "inventum mirabile", capaz de fundar uma ciêcia universal. Entusiasmado pela experiencia, decidiu abandonar o exército e as comodidades do mundo; vendeu todas as suas possessões e viveu o resto da vida dos rendimentos, ainda que quase como um anacoreta. Procurando um ambiente adequado para o seu trabalho científico, rumou para a Holanda, onde realizou boa parte da sua contribuição matemática ao elaborar a geometria analítica, com a qual se podiam reduzir os problemas geamétricos a equações algébricas; com isso, conseguiu a universalização e , consequentemente, uma grande simplificação dos problemas.
Uma vez estabelecido o método de trabalho, Descartes dedicou-se a duvidar de tudo, mas metodicamente. Como duvidamos dos conhecimentos dos sentidos, bem como das conclusões das nossas reflexões, há que partir da existência de conhecimentos, certezas que não variem; por exemplo, que dois mais dois são quatro. Mas o primeiro degrau é estar seguro de que há algo de que não se pode duvidar: "Não posso duvidar de que penso e que, ao pensar estou a existir", ou seja, o seu "cogito, ergo sum"("penso, logo existo"). A partir desta certeza, Descartes cimenta o edifício da sua filosofia,, para além de indigar sobre a existência de outras verdades igualmente evidentes, para ele: o eu que pensa (a alma), o ser infinito e perfeitíssimo (Deus) e a realidade externa (o mundo). O Discurso do Método foi publicado em 1637 e teve tal impacto que o pensamento científico posterior é considerado herdeiro da sua obra, denominada "cartesiana", devido ao nome latino pelo qual também era conhecido, Cartesius.
Fonte: Suplemento Superinteressante nº68 História Divertida.
sábado, 22 de outubro de 2011
Poema a Revolução
Olhos chorosos são os meus,
Enxergando a rainha dos mares,
Pátria outrora temida por Deus,
Agora a merecê dos seu pares.
Portugal antiga terra de guerreiros,
Solo sagrado da honra e coragem,
Teme agora o fado dos seu herdeiros,
Descendentes esses que temem a viagem,
Jornada essa que parece infindável,
Os soberanos que vão passando,
Não tem arte e engenho desse nível.
Os bons só cá passam de vez em quando,
Outros que por cá assentam tudo esquecem.
Remando contra a corrente,
Por cá vai ficando a nossa gente,
Povo nobre que já pouco tem.
Raça nossa que irá a luta,
Essa certeza eu vivo,
Só ela sossega o espírito chauvinista,
Estado fraco povo activo,
Algo renasce de novo no coração,
Sentimento que já venceu outrora,
Acção de mudança ou revolução,
Acabou o tempo esta na hora.
BY: André Leal
Enxergando a rainha dos mares,
Pátria outrora temida por Deus,
Agora a merecê dos seu pares.
Portugal antiga terra de guerreiros,
Solo sagrado da honra e coragem,
Teme agora o fado dos seu herdeiros,
Descendentes esses que temem a viagem,
Jornada essa que parece infindável,
Os soberanos que vão passando,
Não tem arte e engenho desse nível.
Os bons só cá passam de vez em quando,
Outros que por cá assentam tudo esquecem.
Remando contra a corrente,
Por cá vai ficando a nossa gente,
Povo nobre que já pouco tem.
Raça nossa que irá a luta,
Essa certeza eu vivo,
Só ela sossega o espírito chauvinista,
Estado fraco povo activo,
Algo renasce de novo no coração,
Sentimento que já venceu outrora,
Acção de mudança ou revolução,
Acabou o tempo esta na hora.
BY: André Leal
domingo, 9 de outubro de 2011
Inspiração...Divina?
Inspiração. O que é este sentimento que nos leva a concretizar os melhores feitos de uma vida, a produzir obras de arte, musicas inesqueciveis, escrever poemas e prosas que ficam para a prosperidade, e que nos faz sentir mais capazes. Há quem descreva a inspiração Humana como um suspiro divino, que por momentos atinge os mortais e os leva a produzir criações de qualidade extraordinária, é um espécie de um clic mental que nos desperta para algo que procuramos por muito tempo é que esta o tempo todo a nossa frente.
Ser tocado por este sentimento ou melodia divina, não esta ao nosso alcance sempre que o desejamos, é preciso que um factor exterior desperte este estado de espírito, factores como uma imagem, um som, um acto ou um sentimento. As imagens, os sons e as acções que nos possam inspirar são apenas um combustível de pouca duração para atingir a inspiração durando esta menos tempo, e neste caso devemos saber retirar a ideia útil para depois aplicarmos nas nossas acções, já quando somos inspirados pelas sensações a conversa é outra uma vez que a inspiração parece tornar se permanente e fluir da nossa mente como qualquer outro sentimento ou ideia produzidos por ela. Os sentimentos que ao longo da História da humanidade tem inspirado os grandes homens do mundo tem sido os ideais, a crença na vitória, o instinto de sobrevivencia e por ultimo a maior de todas as fontes de inspiração, o amor. O toque da inspiração anda sempre de mãos dadas com o amor, pois o amor torna afável a mais severa das feras, o verdadeiro sentimento, faz com que a inspiração flua naturalmente da alma humana, e que quem esteja envolto por uma paixão verdadeira se torne no mais motivado dos homens, e que a obra criada atravez da inspiração apaixonada supere todas as outras.
Se a inspiração é uma visão dos Deuses, e nós humanos estamos dependentes de factores externos para a atingir, sem duvida que o amor foi a forma que a humanidade desenvolveu para roubar a inspiração aos Deuses.
BY: André Leal
Ser tocado por este sentimento ou melodia divina, não esta ao nosso alcance sempre que o desejamos, é preciso que um factor exterior desperte este estado de espírito, factores como uma imagem, um som, um acto ou um sentimento. As imagens, os sons e as acções que nos possam inspirar são apenas um combustível de pouca duração para atingir a inspiração durando esta menos tempo, e neste caso devemos saber retirar a ideia útil para depois aplicarmos nas nossas acções, já quando somos inspirados pelas sensações a conversa é outra uma vez que a inspiração parece tornar se permanente e fluir da nossa mente como qualquer outro sentimento ou ideia produzidos por ela. Os sentimentos que ao longo da História da humanidade tem inspirado os grandes homens do mundo tem sido os ideais, a crença na vitória, o instinto de sobrevivencia e por ultimo a maior de todas as fontes de inspiração, o amor. O toque da inspiração anda sempre de mãos dadas com o amor, pois o amor torna afável a mais severa das feras, o verdadeiro sentimento, faz com que a inspiração flua naturalmente da alma humana, e que quem esteja envolto por uma paixão verdadeira se torne no mais motivado dos homens, e que a obra criada atravez da inspiração apaixonada supere todas as outras.
Se a inspiração é uma visão dos Deuses, e nós humanos estamos dependentes de factores externos para a atingir, sem duvida que o amor foi a forma que a humanidade desenvolveu para roubar a inspiração aos Deuses.
BY: André Leal
sábado, 8 de outubro de 2011
Bear Grylls
Edward Michael Grylls, conhecido como Bear Grylls (nascido dia 7 de junho de 1974 na Irlanda do Norte), é aventureiro, escritor, biólogo, botânico, apresentador de televisão e montanhista britânico. Ficou mundialmente conhecido ao apresentar o programa "À Prova de Tudo" pelo canal a cabo Discovery. É atualmente Chefe dos Escoteiros da Inglaterra.
Bear Grylls cresceu na ilha de Wight, onde começou a escalar com seu pai quando ainda era criança. Serviu nos Serviço Aéreo Especial (SAS), no 21st SAS Regiment (Artists Rifles) força especial do exército territorial da Forças Armadas do Reino Unido, e enquanto desempenhava sua função sofreu um grave acidente num treinamento, ao saltar de para-quedas quando este abriu parcialmente, sobre o sul da África, na Zâmbia.
Apesar do acidente, tornou-se o mais jovem alpinista britânico a chegar ao cume do Monte Everest e regressar com vida. Grylls registrou esta experiência no livro “Facing Up”.
Com a mesma equipe com a qual alcançou o Everest, deu a volta ao Reino Unido de jet ski.
Também liderou a primeira travessia sem auxílio num barco inflável nas frias águas do Atlântico Norte. O feito inspirou o livro “Facing the Frozen Ocean”, e ele foi premiado pela Marinha Real Britânica.
Em junho de 2005, Grylls e mais dois companheiros estabeleceram um recorde mundial ao celebrar uma ceia em uma mesa suspensa em um globo de ar quente a 24.000 pés de altura. Um menu de três pratos foi servido a Bear em pleno ar, e depois o intrépido aventureiro ainda saudou a rainha. A missão da aventura era celebrar o 50º aniversário do Prêmio Duque de Edimburgo.
Bear vive em um barco no rio Tâmisa com sua esposa Shara e seus três filhos, Jesse, Marmaduke, e Huckleberry. Apresenta, desde 2006, no canal Discovery, o programa "À prova de tudo" ("Man vs. Wild", nos EUA, e "Born Survivor: Bear Grylls", na Grã-Bretanha) em que adentra lugares selvagens do planeta, onde turistas costumam se perder ou correr perigo.
Ao chegar em cada local, Bear busca o caminho de volta à civilização, mostrando ao longo de sua aventura importantes técnicas de sobrevivência. Grylls viaja com uma equipe composta por dois cinegrafistas, que segundo o programa, têm instruções rígidas para não ajudá-lo, a menos que se encontre em uma situação de vida ou morte. O foco do programa não é ver o apresentador correr risco de morrer, mas sim simular uma situação de risco e instruir como escapar com vida.
Bear GryllsOrigem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Bear Grylls cresceu na ilha de Wight, onde começou a escalar com seu pai quando ainda era criança. Serviu nos Serviço Aéreo Especial (SAS), no 21st SAS Regiment (Artists Rifles) força especial do exército territorial da Forças Armadas do Reino Unido, e enquanto desempenhava sua função sofreu um grave acidente num treinamento, ao saltar de para-quedas quando este abriu parcialmente, sobre o sul da África, na Zâmbia.
Apesar do acidente, tornou-se o mais jovem alpinista britânico a chegar ao cume do Monte Everest e regressar com vida. Grylls registrou esta experiência no livro “Facing Up”.
Com a mesma equipe com a qual alcançou o Everest, deu a volta ao Reino Unido de jet ski.
Também liderou a primeira travessia sem auxílio num barco inflável nas frias águas do Atlântico Norte. O feito inspirou o livro “Facing the Frozen Ocean”, e ele foi premiado pela Marinha Real Britânica.
Em junho de 2005, Grylls e mais dois companheiros estabeleceram um recorde mundial ao celebrar uma ceia em uma mesa suspensa em um globo de ar quente a 24.000 pés de altura. Um menu de três pratos foi servido a Bear em pleno ar, e depois o intrépido aventureiro ainda saudou a rainha. A missão da aventura era celebrar o 50º aniversário do Prêmio Duque de Edimburgo.
Bear vive em um barco no rio Tâmisa com sua esposa Shara e seus três filhos, Jesse, Marmaduke, e Huckleberry. Apresenta, desde 2006, no canal Discovery, o programa "À prova de tudo" ("Man vs. Wild", nos EUA, e "Born Survivor: Bear Grylls", na Grã-Bretanha) em que adentra lugares selvagens do planeta, onde turistas costumam se perder ou correr perigo.
Ao chegar em cada local, Bear busca o caminho de volta à civilização, mostrando ao longo de sua aventura importantes técnicas de sobrevivência. Grylls viaja com uma equipe composta por dois cinegrafistas, que segundo o programa, têm instruções rígidas para não ajudá-lo, a menos que se encontre em uma situação de vida ou morte. O foco do programa não é ver o apresentador correr risco de morrer, mas sim simular uma situação de risco e instruir como escapar com vida.
Bear GryllsOrigem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
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