sexta-feira, 16 de novembro de 2012

...Gostava


Continuo sem perceber, como e quando isto vai voltar a ser como era no final dos anos noventa, se bem que me dizem que o que foi não volta a ser por muito que se queira, e querer muito é poder mas não neste caso. Portugal… Portugal

domingo, 28 de outubro de 2012

Windows 8

O novo sistema operativo, uma aposta estratégica da Microsoft, está preparado para funcionar com computadores, 'tablets' e telemóveis inteligentes. "Este é o maior produto que fizemos", disse nesta quinta-feira o presidente executivo da Microsoft, Steve Ballmer, numa entrevista à Bloomberg Television, numa alusão à introdução do Windows 95. Este novo sistema, que está adaptado para o computador como para outros dispositivos informáticos portáteis, tem como objectivo concorrer com os seus rivais Apple ou Samsung, que estão apostados no mercado das 'tablets'. O Windows 8 incorpora uma conexão permanente com a Internet, de modo a que todos os dados sejam alcançados automaticamente numa nuvem, através da aplicação Skydrive, em qualquer parte do mundo. "A Microsoft Portugal está muito optimista com o Windows 8 e a prova disso é o grande interesse já demonstrado com as versões de teste publicadas até à data em todo mundo", disse à Lusa Rita Santos, gestora do Windows na subsidiária portuguesa. Segundo a responsável, "os mais de 16 milhões de 'downloads' efectuados" torna esta versão a "mais testada de sempre de todas as versões Windows já publicadas". O novo Windows 8, que apresenta uma versão mais colorida que as anteriores, inclui aplicações, que estão disponíveis na Loja Windows, não tem o conhecido ícone 'start' ou 'iniciar', facto que tem sido comentado pelos utilizadores que integraram os testes. Também nesta quinta-feira a Microsoft lança a sua própria 'tablet', o Surface, que não estará a funcionar com o Windows 8, mas sim com o Windows RT. O lançamento oficial do Windows 8 decorre em Nova Iorque, na mesma semana em que a Apple apresentou o seu iPad Mini.
 Fonte: in correio da manhã.

segunda-feira, 15 de outubro de 2012

Quando podemos fazer tanto e não nos deixam fazer nada...


Coisas incompreensíveis são o que mais há por este Portugal fora e então vindas da parte do governo central ou local é já o prato do dia em muitas cidades portuguesas. No tempo da velha senhora proibiam o povo de falar de certos assuntos abertamente, mas como hoje em dia somos livres de falar abertamente de tudo o que ouvimos e queremos, e foi no contexto de critica a atitude do estado perante as iniciativas da sociedade em prol da reabilitação de espaços que surgiu a conversa que me motivou a escrever este post.  Sem mais rodeios de prólogo, o assunto sobre o qual vou escrever hoje é a reabilitação de casas e edifícios do estado ou de outros por parte de pessoas que não tem habitação e a respectiva atribuição desses imóveis aos respectivos restauradores.
   Em Portugal, existem milhares de casas em deterioração e abandonadas, quem diz as casas diz também escolas, antigas estações de comboios, apeadeiros, casas de floresta, entre outros imóveis que pertencem ao estado, e também existem milhares de jovens, estudantes, desempregados entre muitos outros que necessitam de facilidades em obter um tecto para viver. A ideia é bem simples a criação de um banco de habitação para as pessoas que precisam de um tecto low cost, criando se uma base de dados a nível local das habitações abandonadas, inacabadas e prestes a entrar em estado de degradação. Neste âmbito as pessoas poderiam solicitar uma habitação dessas na condição de manterem as infra-estruturas, e restaurarem aquilo que entendessem de modo a criar as condições necessárias a habitação. Depois de estes inquilinos voluntários encontrarem a habitação que entendessem ser do seu agrado, teriam de assinar uma espécie de contracto com a autarquia, no qual se comprometiam a cuidar do imóvel durante um período estipulado pela a autarquia, e no final desse período, por exemplo cinco anos o inquilino ficava a pagar uma renda mínima de acordo com a sua situação financeira, caso desejasse continuar a viver nessa casa.
   O porquê deste esboço de ideia, surgiu de uma conversa acerca do que se passou em Maio de 2011  na escola da Fontinha no Porto, quando os “Ocupas” que tinham transformado a escola degradada e abandonada num espaço de cultura e aprendizagem para quem não tinha como pagar explicações ou como pagar outro tipo de aprendizagem como a musica, e no fim foram despejados do espaço pela policia sem aviso prévio. Sim é verdade que as pessoas que faziam parte do movimento Es.Col.A não estavam autorizadas pela autarquia a edificarem ali uma instituição comunitária, onde muitos professorem deram aulas e explicações de forma voluntária  mas como foi referido pelos responsáveis do movimento a tentativa de requisitar o espaço foi feita junto da Câmara Municipal do Porto, mas foi rejeitada pois a exigência de uma renda mensal foi o grande entrave. Ainda assim o movimento dava como moeda de troca este serviço a sociedade e propunha se a restaurar o edifício com fundos próprios, mas não aceitava que depois disso lhe fosse cobrada uma renda mensal como é compreensível, visto não terem chegado a uma acordo com a Câmara, apoderaram se do edifico e levaram o projecto avante. Esta vontade de transformar um edifício há muito abandonado pelo estado e que era porto de abrigo para toxicodependentes e criminosos, num espaço de estudo comunitário foi mais forte e levou os organizadores do movimento a ocupar as instalações abandonadas. A Câmara ficou ocorrente da situação mas não tomou medidas imediatas, só quando já o espaço funcionava bem e estava a ajudar jovens carenciados a obter melhores resultados escolares e a aprender novas artes como a musica, é que foi tomada a decisão de despejo. É caso para perguntar, com tantas fundações fictícias neste país que só servem para alguns enxerem os bolsos e recolherem benefícios fiscais, será moralmente justo despejar estes cidadãos, que tomaram uma iniciativa com vista a ajudar a sociedade da forma mais directa que pode haver? Eu creio que não, que a Câmara pode defender se usando o argumento de que eles ocuparam as instalações sem permissão da mesma até aceito, mas o despejo e a indiferença com que estas pessoas foram tratadas é de todo reprovável.
   Este exemplo da escola da Fontinha, pode ser um entre muitos, pode ser também visto como uma boa forma da sociedade ajudar se a si própria a combater alguns dos seus problemas, e se quem governa pensa se naqueles que os elegeram em vez de si próprios tal vez em vez de terem encerrado a escola, a tivessem antes eleito como um exemplo a seguir.  E a ideia da reabilitação de casas e edifícios do estado ou de outros por parte de pessoas que não tem habitação e a respectiva atribuição desses imóveis aos respectivos restauradores, era algo muito exequível, ainda que tivesse de ser bem estudada e debatida.

quarta-feira, 10 de outubro de 2012


Democracia, uma forma de governo onde os cidadãos são a fonte do poder, ou melhor onde os cidadão usam o poder directa ou indirectamente. No caso de uma democracia directa, não existe a eleição de representantes do povo (deputados ou mandatários), por sua vez o povo reúne se em assembleia tal como na Grécia antiga e chega a uma decisão obtida através de uma votação maioritária. Na democracia indirecta, mais conhecida como a democracia moderna o povo faz se representar através de deputados numa assembleia a nível global num estado. Depois de uma breve alusão aos dois tipos de democracia, acho que o meu post de hoje esta com o prologo feito.
  Quando nos deparamos com uma crise, seja ela económica, ideológica, civilizacional ou de qualquer outra natureza que ponha um serio desafio aos homens e mulheres de qualquer época, acho que a solução deve passar por encontrar novas perspectivas em relação ao obstáculo que nos esta a importunar.
  Os 38 anos da nossa democracia foram desastrosos, a democracia bipolarizou em torno de dois partidos que põem os interesses a frente da moral e da ética, com o passar do tempo os cidadãos aborreceram se e uma boa parcela deixou de votar o que empobreceu ainda mais a nossa democracia. Actualmente temos na nossa assembleia 5 partidos, dos quais três tem partilhado o poder nas ultimas quase 4 décadas, ora laranja, ora rosa, ora laranja e azul tem sido assim que nos temos afundado enquanto nação e os dois partidos que restam partilham ideias que pertencem aos finais do século XIX, o comunismo ( a utopia politica) são os pilares do PCP e do BE, mas estes não fazem mais que a politica do deita abaixo que qualquer um de nos faz todos os dias no café. Há depois uma parafernália interminável de partidos e movimentos sem representação na assembleia da república, que não servem se não para evitar muitas vezes o voto em branco.
 Hoje numa conversa de café dei por mim a ouvir alguém a falar numa democracia semidirecta, tal como na Islândia ou em alguns cantões da Suíça, algo em que concentrei, mas que não me deu logo uma luz, pois não sabia a definição do conceito, assim que cheguei a casa, foi investigar e é algo muito inteligente, praticável e mais difícil de corromper do que a nossa democracia indirecta. Ora passo a dar a definição de democracia semidirecta que encontrei na Wikipédia: (Uma democracia semidirecta  é um regime de democracia em que existe a combinação de representação política com formas de Democracia directa . No mundo actual o sistema que mais se aproxima dos ideais da democracia directa é a democracia semidirecta da Suíça . A Democracia semidirecta, conforme é uma forma de democracia que possibilita um sistema mais bem-sucedido de democracia frente as democracias Representativa e Directa, ao permitir um equilíbrio operacional entre a representação política e a soberania popular directa. A prática desta acção equilibrante da democracia semidirecta, segundo Bonavides  limita a “alienação política da vontade popular”, onde “a soberania está com o povo, e o governo, mediante o qual essa soberania se comunica ou exerce, pertence ao elemento popular nas matérias mais importantes da vida pública”.
Para uma democracia semidirecta ideal seria aquela em que a maioria, tendo poder de decisão sobre todas as decisões colectivas que lhe diz respeito, decide sobre as que considera mais importantes, ao intervir em quórum deliberativo maioritário sobre as mesmas, e delega a decisão sobre as menos importantes, por quórum deliberativo minoritário (e desta forma omissivo), aos representantes eleitos para este fim.
O problema de participação do eleitorado em votações, e os assuntos afeitos à legitimidade do quórum deliberativo, podem ser modernamente resolvidos, de forma mais sofisticada do que o acima sugerido, como vem sendo testado no projecto Demoex, mediante a utilização de algoritmos nas votações; ao invés de se adoptar o simples sistema tradicional de votação exclusiva "sim" ou "não".
 Visto que se se aplica se um modo de autogoverno destes em Portugal, ter se iam de fazer muitos ajustes a realidade do país e, mas isso é outro assunto, o fundamental é perceber que  as pseudo soluções politicas em Portugal para os nossos problemas serão sempre ultrapassadas pelos interesses de quem nos representa, pois quando alguém dispões de um grande poder ou de um grande responsabilidade em raros casos é capaz de dar conta do assunto de maneira adequada. Já estou farto de criticar que nos governa, já começo a ficar farto de ouvir todos criticarem, sem terem soluções onde assentar a critica e serem tidos como solucionarios, já é hora de cada Portugueses reflectir e perguntar se o que esta mal são as pessoas ou o sistema.

BY: André Leal

sábado, 6 de outubro de 2012

De pernas para o ar.


Bandeira ao contrário, é um bom mote para escrever seja o que for contra este péssimo governo, uma boa forma de começar qualquer texto crítico ou apreciativo neste dia 6 de Outubro. Porem esta foi a forma de nos despedirmos do último 5 de Outubro feriado comemorativo da implantação da república portuguesa, com os valores democráticos em crise e com uma bandeira de pernas para o ar tal como o país.
  Não venho deitar nada a baixo, pois a história da bandeira já teve a critica que bastasse, só venho dizer que sou contra o fim de feriados históricos como o 5 de Outubro, pois como português que sou tenho orgulho na história do nosso país e sinto que se perde um pouco da nossa entidade nacionalista com o fim deste feriado. Sou a favor do fim de determinados feriados religiosos, no meu ver só faz sentido ficar a pascoa e o natal, pois são épocas de união familiar e não é preciso ser se católico para se celebrar o espírito de solidariedade e de união familiar. Quanto aos nossos feriados históricos defendo os com um argumento simples, os portugueses não são todos católicos, há no nosso país liberdade religiosa e por isso cada um é livre de escolher a religião que quer seguir, mas no que toca a nacionalidade ninguém escolhe ser português, para se ser português basta nascer neste belo país a beira-mar plantado e a partir desse momento temos o direito e o dever de celebrar as conquistas e os feitos dos nossos antecedentes.
 O nosso país esta a morrer aos poucos e se nos portugueses nos começarmos a esquecer da nossas história depressa nos vai afligir algo bem pior que a crise económica, a perda da nossa entidade nacional.

By: André Leal

quarta-feira, 3 de outubro de 2012

In Sweet Temptations

Passo a apresentar um novo blog http://insweettemptations.blogspot.pt/, estou a seguir pela optimas dicas culinarias e a enorme ajuda que nos pode dar a todos os niveis. Disfrutem e bom aptetit.

segunda-feira, 26 de março de 2012

Ver e entender...

Devido a crise económica e as suas consequencias directas, nos dias que correm em Portugal é normal que os órgãos sindicais e outros movimentos se unão em torno dos direitos dos cidadãos e convoquem greves, manifestações e outros protestos. Vivemos num estado de direito democrático e como tal, demonstrar o nosso descontentamento de forma civilizada é um direito que nos assiste. No passado dia 22 de Março, Portugal assistiu a uma greve geral, que apesar de ter ficado um pouco aquém das expectativas, foi das que mais impacto teve junto da sociedade e pelos piores motivos.
Nos últimos dias a comunicação social lançou um ataque sem precedentes a acção da policia nos confrontos do chiado, devido a uma agressão de um policia a uma jornalista que se encontrava a cobrir o acontecimento. Apesar da fotoreporter se ter identificado como jornalista não evitou que fosse agredida, infelizmente neste caso pagou o justo pelo pecador. A atitude do policia em questão é de todo condenável, apartir do momento em que a repórter se identifica, é lamentável que situações destas aconteçam, mas no meu ver essa foi a única mancha na actuação policial nesse dia, porque apesar de tudo a policia teve muito bem.
Desde o sucedido ainda vi muito pouca gente que veio a publico defender a acção dos agentes da autoridade, já para não falar sequer de apoiar. Eu só tenho a lamentar como já disse no paragrafo anterior, a situação infeliz da jornalista, porque de resto dou o meu total apoio ao que foi feito pela policia. Em casa só vimos aquilo que é a ideia com que nos tentam formatar a opinião através dos meios de comunicação social, e a ideia foi que a policia foi desumana, bruta, abusou da força e foi insensível.
Só de ler quatro artigos sobre o assunto em jornais bem distintos, vi que se formos imparciais e estivermos a levar uma leitura sem tomar partido de nenhum dos lados, chegamos a conclusões, e vimos a outra face da noticia que não é tão exposta pois não interessa muito a quem a escreve passar essa ideia, e la põe essas partes da noticia para não ser tão sencionalista ao ponto de se descredibilizar por completo. Os apoiantes da plataforma 15 de Outubro antes de se dirigirem em marcha de protesto ate a assembleia da republica passaram pelo Chiado, e foi ai que se deu o clímax da violência. Os manifestantes provocaram a policia com o arremesso de cadeiras, chapéus de sol, mesas e outros objectos que se encontravam na esplanada do café Brasileira os clientes que la se encontravam tiveram de fugir dos manifestantes. Durante o desfile, foram atirando ovos as instituições bancarias que encontraram pelo caminho, em alguns casos pessoas que se estavam a servir do multibanco foram atingidas também com ovos. A certo momento da marcha, os manifestantes arremessaram pedras da calçada contra a policia ferindo vários policias. Agora sugiro a quem esta a ler este texto, faça o exercício mental de se por na pele dos policias por momentos, e depois talvez vejam as acções da policia com outros olhos. Na acção de controlo de tumultos há uma forma protocolar de agir que da sempre vantagem a quem esta a causar os desacatos, para impedir que estes comecem deliberadamente a atacar a força que la esta só por segurança. A policia não chega la e começa a distribuir pancada do nada, isso é mentira mas é a imagem que passa através da comunicação social. A força policial por norma chega ao local da acção horas antes, e adopta um postura passiva com o mínimo de interacção possível, para evitar o uso da violência assim como para evitar ser agredida. Quando vimos cargas policiais, é sinal de que aqueles policia estão ali há horas a fio a aguentar tudo e mais alguma coisa, e a ordem de carga só é dada quando as coisas já estão para la do risco a algum tempo.
As manifestações, as greves, os protestos e as acções de luta social são muito necessárias em Portugal nos dias de hoje, mas em primeiro lugar devem ser feitas de forma civilizada, e conduzidas por pessoas responsáveis que sabem o que estão a fazer e não por certos bandos anarquistas que se infiltram muitas vezes e acabam por fazer das suas. Estamos num país democrático e devemos ser orgulhosos disso por é sinal de que houve alguém que lutou para que assim fosse, temos direito a mostrar o nosso descontentamento, mas a ideia é fazer que a nossa voz chegue a quem esta no poder, a ideia não é provocar e agredir a policia que no fundo são pessoas comuns com as mesmas preocupações e problemas que nós, a finalidade não é perturbar o cotidiano das pessoas que que não se manifestam, por isso é preciso é preciso saber diferenciar a luta legitima da anarquia.


By:André Leal

segunda-feira, 12 de março de 2012

Marcas....

Hoje quando abri o meu facebook vi que um amigo meu partilhava uma ligação em homenagem ao rapper Notorious B.I.G, pois faz hoje precisamente 15 anos que essa jovem promessa do HipHop mundial morreu. Se hoje fosse vivo, tal como escrevi em jeito de comentário ao vídeo partilhado pelo meu amigo no facebook, hoje Notorious seria sem duvida um ícone da musica mundial caso ainda fosse vivo.

Este breve interlúdio serve como a minha pessoal homenagem a este nome do hiphop, pois como apreciador de alguns titulos deste tipo de musica senti me no dever se fazer uma breve referencia a esta data. Este prologo serve também para dar o mote ao assunto que hoje me serve de pensamento do dia, por assim dizer. Este rapper apesar de ter tido uma vida curta deixou uma marca para a posteridade, e deixou um história, um exemplo e uma lição, tal qual todos nos haveríamos de deixar, e no fundo eu acho que essa é uma das razões da vida. A marca individual que deixamos a humanidade é do tamanho da nossa influencia na sociedade, ou por outras palavras tem a ver com o numero de pessoas que conseguimos marcar na nossa vida. Todas as pessoas que passaram na minha vida e deixaram uma marca de qualquer tipo, uma relação, uma lição, uma maneira de ver a vida ou um ideal, essa já mais esquecerei, pois foram as que me fizeram ganhar algo com a presença delas... Procuro deixar a minha marca na vida, como todos nos devemos procurar deixar, quando falo em deixar marca não me refiro a algo a escala mundial se bem que era óptimo, mas já me vou contentar se ao chegar ao leito da morte, os meus descendentes, se os vier a ter, ou então os meus sobrinhos, outro tipo de pessoas chegadas que me vão recordar, reconhecerem que eu lhes ensinei algo que eles vão passar as gerações futuras. A marca individual que cada ser deixa no mundo, é muito importante para que a humanidade aprenda colectivamente, se torne melhor, o ensinamento, marca ou lição que deixamos ao mundo ate pode cair no esquecimento umas décadas depois, mas se alguém a recordar por um minuto que seja após a morte de alguém que deu esse ensinamento já valeu apena ter vivido.

Todos queremos deixar descendencia, ou pelo menos a maioria da raça humana quer, é deste instinto pré programado na nossa genética que a raça assegura a sua sobrevivencia, e a nossa descendencia por norma é sempre uma versão melhorada de nós propios, que ja por si tem alguma evolução em relação aos pais, e a esse facto pode também acrescentar se, as lições, e a experiência adquirida pelos país durante o periudo que já viveram e que estes transmitem aos seus filhos. Esta é uma forma natural e instintiva de cada ser influenciar alguém com as suas aprendizagens e conclusões acerca da vida outras formas existem, mas esta é aquela que temos como mais certa.

Como iram perceber pelo corpo do texto este texto não foi escrito num só dia, por isso a data do aniversário de Notorios B.I.G, não vai coincidir certamente com a data de publicação deste post.



BY. André Leal

quinta-feira, 8 de março de 2012

De volta...

Algum tempo depois, volto a escrever para o boneco, parei por uns tempos, não terá sido certamente por falta de assunto para escrever, porque neste maravilhoso país de meia em meia hora aprece algo que supera o que de incrível aconteceu na meia hora anterior... Escrever é libertador, sem duvida que o é, ultimamente não o tenho feito com tanta frequência talvez por falta de vontade ou por aparecer algo que sempre se mostra mais importante do que escrever mais uma idiotice qualquer para por no meu blog... Ultimamente tenho me dedicado mais a escrita em papel como se fazia nos bons velhos tempos, e também ao relato dos acontecimentos que me tem preenchido a vida, isto tal tenha a ver com a inspiração que os clássicos de Júlio Verne me estão a dar, tenho andado a ler as 20 mil léguas submarinas, livro muito interessante que me desperta para a necessidade de o ser humano ter de registar, ou fantasiar as suas proezas, sonhos, desavenças com a vida e os seu devaneios.

É este breve texto que pretendo começar uma nova fase de inspiração de escrita para o boneco que é este blog. Apesar de tudo aqui sempre ficaram guardadas e ao dispor de outros loucos, as opiniões e taras de alguém que apesar de tudo gosta de ir escrevendo algumas coisas nem que seja para o boneco.

By:André Leal

sábado, 28 de janeiro de 2012

Tenham dó...

Tristeza, repudio, e falta de consideração pelo povo português, estas são as ideias que tenho agora acerca deste assunto. Aníbal Cavaco Silva, alguém a quem ouvimos nos últimos meses muitas recomendações dirigidas a Paços Coelho , no âmbito das medidas que o governo esta a aplicar, e que não se podia pedir mais sacrifícios aos portugueses, porque o povo esta nos limites das suas possibilidades, vem agora borrar a pintura, quando diz que o seu rendimento de P.R não chega.
 Sinceramente sempre admirei o Cavaco, até já o defendi em varias situações, mas como diz o velho ditado popular, "até no melhor pano cai a nódoa" e sem duvida que as recentes declarações do P.R são no meu ver uma insultuosa falta de respeito pelos milhares de portugueses desempregados. Vou deixar aqui um estrato do rendimentos património do sr presidente , produto de uma rápida pesquisa minha pela net:
Ganhos por trabalho dependente: 6523 euros mensais como Presidente.
Rendimento de capitais: 2928 euros.
Pensões acumuladas: 10404 euros mensais.
( exemplos: pensão como reformado do Banco de Portugal e outra da Caixa Geral de Aposentações, e por ter sido professor catedrático na Universidade Nova de Lisboa. )
292000 euros em contas nos bancos: CGD, BPI e BCP.

Bens :
Uma casa na Aldeia da Coelha ( Albufeira) , Um lote de terreno em Boliqueime, um apartamento na travessa do Possolo, Herança de 4 prédios Urbanos e 5 prédios rústicos em Loulé.


By:André Leal

sábado, 10 de dezembro de 2011

Quem sabe...

Será pelos dias que correm um pensamento comum do jovem Português, sair do país, por mais nacionais que que seja e amor que tenha a minha pátria, sou forçado pela circunstancias a admitir que o meu futuro passe por outro canto qualquer do mundo que não seja Portugal.
   Cada vez mais nos devemos sentir como cidadãos do mundo, e aproveitar essa deixa para partir para outro lugar em busca de um futuro melhor, não só é justo como também é um direito. Podemos falar muito do estado do país, ou de como a crise nos afecta a todos, mas falar só não adianta, é preciso agir e por muito que me custe admitir a chama da esperança de um bom futuro em Portugal para um jovem de 25 anos sem curso superior, é de veras uma chama muito fraca.
   Sair de Portugal não deve significar cortar de vez como tudo o que representa o país, antes pelo contrario se algum dia vier a sair de terras Lusitanas em busca de uma vida melhor, levarei certamente comigo, a cultura, o espírito, o carisma e a marca de pertencer a uma nação como poucas. É fundamental mantermos a identidade cultural que nos caracteriza como povo ímpar no mundo onde quer que estejamos, mas sempre com a lembrança que temos de respeitar o sitio onde nos encontramos, as suas crenças e cultura.

BY:André Leal

quarta-feira, 9 de novembro de 2011

Hoje a Europa, Hoje Portugal

Hoje a Europa

A Europa agoniza na sala dos fundos de um hospital de terceiro mundo. Ninguém repara muito nela, nem se debruça o suficiente sobre o caso clínico a ponto de lhe encontrar uma cura. Ninguém parece, portanto, muito preocupado com a sua recuperação, rápida ou lenta. Dos seus diversos membros um está em fase de colapso, enquanto outros estão a aproximar-se rapidamente deste ponto demasiado crítico. Os dias que se vivem na Europa de hoje são terrivelmente perturbantes para quem se habituou a viver num clima de paz e prosperidade e, de repente, sente que todas as conquistas dadas como adquiridas se tornaram num turbilhão de vulnerabilidades. A preocupação com as dívidas externas dos Estados europeus e dos privados sobrepôs-se de forma absolutamente inadmissível à consolidação de uma forma verdadeiramente unificada de cidadania europeia. Da Europa dos Estados e dos cidadãos passou-se à Europa das constantes cimeiras franco-alemãs. Da Europa das decisões colectivas transitou-se para uma outra realidade de domínio individualista de dois Estados cujos Governos, de direita conservadora, se encontram rendidos ao mercado e à sua capacidade de auto-regulação, que mais não significa do que uma tentativa desesperada de proteger os seus próprios sistemas financeiros. Eu acredito num projecto de uma Europa Federalista, num projecto arrojado de uma verdadeira unificação do que pode e deve ser unificado, mas onde sejam asseguradas as diversidades culturais. Onde cada Estado passe a ser verdadeiramente um membro de uma entidade maior.

Hoje Portugal

 Por cá, entre as notícias que vão chegando da Grécia e de Cannes, onde parece que os hotéis de luxo se encontram cheios de chefes de Estado e de Governo, a classe política discute o mais duro Orçamento de Estado (OE) de que há memória, mas simultaneamente o mais injusto e o mais letal. Apesar disso e depois de no início desta semana terem surgido notícias de que o anterior secretário-geral do PS teria influenciado alguns deputados a votarem contra ao orçamento, parece que a opção da actual liderança será a abstenção. Abstermo-nos é não tomarmos posição nenhuma. É querer ficar bem com Deus e como Diabo. É não assumir que este OE não seria nunca resultado de um Governo socialista. É certo que há compromissos com a troika e que esses compromissos foram, em primeira mão, negociados pelo PS. Mas este OE vai muito além do que a imaginação daquele triunvirato poderia alcançar. O PS não é peça crucial neste processo. O OE passará com ou sem os votos dos deputados socialistas. Por isso, é meu entendimento que só depois de uma negociação séria com o Governo, de que resulte a subtracção ao OE de um conjunto de medidas fortemente penalizadoras quer do comum dos cidadãos, quer das pequenas e médias empresas, o PS poderá tomar uma posição pela abstenção. Caso contrário deveria ser atribuída a liberdade de voto aos deputados socialistas para cada um se expressar com base na sua consciência.
Nos termos em que o texto do OE se encontra e atendendo ao papel de partido subalterno a que o Governo remeteu o PS, eu votaria contra!


Rui Estevão Alexandre in revista Sabado 3 de Novembro de 2011

quinta-feira, 3 de novembro de 2011

Não sei que pensar...Tragédia Grega

O assunto que tem estado nas bocas do mundo neste últimos dias é o referendo que o "ainda" primeiro ministro grego, George Papandreou, quer fazer na Grécia a fim de deixar a cabo do povo o destino do país. Hoje Francisco Louçã publicou uma nota na sua pagina do facebook que achei muito interessante e esclarecedora, e que passo a publicar no meu blog.


Tragédia grega 1

O governo grego pode cair amanhã, se perder o voto de confiança no parlamento, e nesse caso não haverá referendo. A incerteza será ainda maior, porque a única solução será novas eleições (ou, mesmo sem eleições, forma-se um governo do PS com a direita, como o directório europeu tem vindo a pedir?).
   Há pelo menos uma lição clara desta tragédia: é que, se há uma ocupação imperial de... um país, destruindo a sua economia e transformando os governantes locais em súbditos obedientes, o regime político não aguenta a pressão da democracia. A desagregação do partido socialista e do governo grego indicam o que se pode vir a passar noutros países.

Tragédia grega 2
  A generosidade da União Europeia com o último pacote de austeridade tem sido proclamada como uma salvação da Grécia. Nada de mais falso. Este pacote de austeridade é uma tragédia.
   É mesquinho: os emprestadores da troika ou o BCE não abatem as dívidas que detêm (respectivamente 65 e 55 biliões de euros).
   É insignificante: os bancos privados que podem vir a abater a dívida representam uma pequena parte do seu total. Os anunciados 50% de redução são na verdade pouco mais de 20% do total da dívida soberana grega.
   É destruidor: os fundos de pensões dos trabalhadores gregos perdem mais de 11 biliões, e portanto vão falhar os seus compromissos com os reformados.
   É grave para a economia: mais despedimentos e mais pobreza.
  Os gregos têm todas as razões para recusar este pacote de austeridade.

Tragédia grega 3

Reúne-se hoje uma mini-cimeira do euro. Presentes os governantes que estão mais seguros de perderem as suas próximas eleições: Merkel e Sarkozy que as podem perder dentro de um ano, Zapatero que as vai perder dentro de duas semanas, e Berlusconi, o primeiro-ministro a tempo parcial. Esta é a força do "projecto europeu". Quando a democracia acorda, este directório desmorona-se
 
 
 
 
Francisco Louçã in facebook

segunda-feira, 24 de outubro de 2011

Penso, logo existo!

O cientista francês René Descartes (1596-1650) é considerado o "pai da filosofia moderna", pois colocou a sua vida ao serviço daquela que considerava a melhor causa possível: a obtenção da verdade. Grande inovador da filosofia, foi também o primeiro a submeter as ciências físicas as leis da matemática e o iniciador da concepção mecanicista da Natureza.  Apesar da sua formação com os jesuítas, iniciou uma vida de aventuras alistando se no exército protestante de Maurício Nassau, príncipe de Orange, primeiro,  e logo de seguida no exército católico do duque da Baviera.
   Em 1619 enquanto aguardava que passasse uma tempestade para entar em combate em Neuburg, entregue as suas reflexões, Descartes sentiu uma intuição reveladora de uma nova lógica, que denominou de "inventum mirabile", capaz de fundar uma ciêcia universal. Entusiasmado pela experiencia, decidiu abandonar o exército e as comodidades do mundo; vendeu todas as suas possessões e viveu o resto da vida dos rendimentos, ainda que quase como um anacoreta. Procurando um ambiente adequado para o seu trabalho científico, rumou para a Holanda, onde realizou boa parte da sua contribuição matemática ao elaborar a geometria analítica, com a qual se podiam reduzir os problemas geamétricos a equações algébricas; com isso, conseguiu a universalização e , consequentemente, uma grande simplificação dos problemas.
  Uma vez estabelecido o método de trabalho, Descartes dedicou-se a duvidar de tudo, mas metodicamente. Como duvidamos dos conhecimentos dos sentidos, bem como das conclusões das nossas reflexões, há que partir da existência de conhecimentos, certezas que não variem; por exemplo, que dois mais dois são quatro. Mas o primeiro degrau é estar seguro de que há algo de que não se pode duvidar: "Não posso duvidar de que penso e que, ao pensar estou a existir", ou seja, o seu "cogito, ergo sum"("penso, logo existo"). A partir desta certeza, Descartes cimenta o edifício da sua filosofia,, para além de indigar sobre a existência de outras verdades igualmente evidentes, para ele: o eu que pensa (a alma), o ser infinito e perfeitíssimo (Deus) e a realidade externa (o mundo). O Discurso do Método foi publicado em 1637 e teve tal impacto que o pensamento científico posterior é considerado herdeiro da sua obra, denominada "cartesiana", devido ao nome latino pelo qual também era conhecido, Cartesius.

Fonte: Suplemento Superinteressante nº68 História Divertida.

sábado, 22 de outubro de 2011

Poema a Revolução

Olhos chorosos são os meus,
Enxergando a rainha dos mares,
Pátria outrora temida por Deus,
Agora a merecê dos seu pares.
Portugal antiga terra de guerreiros,
Solo sagrado da honra e coragem,
Teme agora o fado dos seu herdeiros,
Descendentes esses que temem a viagem,
Jornada essa que parece infindável,
Os soberanos que vão passando,
Não tem arte e engenho desse nível.
Os bons só cá passam de vez em quando,
Outros que por cá assentam tudo esquecem.
Remando contra a corrente,
Por cá vai ficando a nossa gente,
Povo nobre que já pouco tem.
Raça nossa que irá a luta,
Essa certeza eu vivo,
Só ela sossega o espírito chauvinista,
Estado fraco povo activo,
Algo renasce de novo no coração,
Sentimento que já venceu outrora,
Acção de mudança ou revolução,
Acabou o tempo esta na hora.


BY: André Leal

domingo, 9 de outubro de 2011

Inspiração...Divina?

Inspiração. O que é este sentimento que nos leva a concretizar os melhores feitos de uma vida, a produzir obras de arte, musicas inesqueciveis, escrever poemas e prosas que ficam para a prosperidade, e que nos faz sentir mais capazes. Há quem descreva a inspiração Humana como um suspiro divino, que por momentos atinge os mortais e os leva a produzir criações de qualidade extraordinária, é um espécie de um clic mental que nos desperta para algo que procuramos por muito tempo é que esta o tempo todo a nossa frente.
 Ser tocado por este sentimento ou melodia divina, não esta ao nosso alcance sempre que o desejamos, é preciso que um factor exterior desperte este estado de espírito, factores como uma imagem, um som, um acto ou um sentimento. As imagens, os sons e as acções que nos possam inspirar são apenas um combustível de pouca duração para atingir a inspiração durando esta menos tempo, e neste caso devemos saber retirar a ideia útil para depois aplicarmos nas nossas acções, já quando somos inspirados pelas sensações a conversa é outra uma vez que a inspiração parece tornar se permanente e fluir da nossa mente como qualquer outro sentimento ou ideia produzidos por ela. Os sentimentos que ao longo da História da humanidade tem inspirado os grandes homens do mundo tem sido os ideais, a crença na vitória, o instinto de sobrevivencia e por ultimo a maior de todas as fontes de inspiração, o amor. O toque da inspiração anda sempre de mãos dadas com o amor, pois o amor torna afável a mais severa das feras, o verdadeiro sentimento, faz com que a inspiração flua naturalmente da alma humana, e que quem esteja envolto por uma paixão verdadeira se torne no mais motivado dos homens, e que a obra criada atravez da inspiração apaixonada supere todas as outras.
 Se a inspiração é uma visão dos Deuses, e nós humanos estamos dependentes de factores externos para a atingir, sem duvida que o amor foi a forma que a humanidade desenvolveu para roubar a inspiração aos Deuses.
 
 
BY: André Leal

sábado, 8 de outubro de 2011

Bear Grylls

 Edward Michael Grylls, conhecido como Bear Grylls (nascido dia 7 de junho de 1974 na Irlanda do Norte), é aventureiro, escritor, biólogo, botânico, apresentador de televisão e montanhista britânico. Ficou mundialmente conhecido ao apresentar o programa "À Prova de Tudo" pelo canal a cabo Discovery. É atualmente Chefe dos Escoteiros da Inglaterra.
 Bear Grylls cresceu na ilha de Wight, onde começou a escalar com seu pai quando ainda era criança. Serviu nos Serviço Aéreo Especial (SAS), no 21st SAS Regiment (Artists Rifles) força especial do exército territorial da Forças Armadas do Reino Unido, e enquanto desempenhava sua função sofreu um grave acidente num treinamento, ao saltar de para-quedas quando este abriu parcialmente, sobre o sul da África, na Zâmbia.

  Apesar do acidente, tornou-se o mais jovem alpinista britânico a chegar ao cume do Monte Everest e regressar com vida. Grylls registrou esta experiência no livro “Facing Up”.
  Com a mesma equipe com a qual alcançou o Everest, deu a volta ao Reino Unido de jet ski.
  Também liderou a primeira travessia sem auxílio num barco inflável nas frias águas do Atlântico Norte. O feito inspirou o livro “Facing the Frozen Ocean”, e ele foi premiado pela Marinha Real Britânica.
  Em junho de 2005, Grylls e mais dois companheiros estabeleceram um recorde mundial ao celebrar uma ceia em uma mesa suspensa em um globo de ar quente a 24.000 pés de altura. Um menu de três pratos foi servido a Bear em pleno ar, e depois o intrépido aventureiro ainda saudou a rainha. A missão da aventura era celebrar o 50º aniversário do Prêmio Duque de Edimburgo.
  Bear vive em um barco no rio Tâmisa com sua esposa Shara e seus três filhos, Jesse, Marmaduke, e Huckleberry. Apresenta, desde 2006, no canal Discovery, o programa "À prova de tudo" ("Man vs. Wild", nos EUA, e "Born Survivor: Bear Grylls", na Grã-Bretanha) em que adentra lugares selvagens do planeta, onde turistas costumam se perder ou correr perigo.
 Ao chegar em cada local, Bear busca o caminho de volta à civilização, mostrando ao longo de sua aventura importantes técnicas de sobrevivência. Grylls viaja com uma equipe composta por dois cinegrafistas, que segundo o programa, têm instruções rígidas para não ajudá-lo, a menos que se encontre em uma situação de vida ou morte. O foco do programa não é ver o apresentador correr risco de morrer, mas sim simular uma situação de risco e instruir como escapar com vida.






Bear GryllsOrigem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

sábado, 1 de outubro de 2011

India e o tablet de 25 €

Kapil Sibal segurando o protótipo do tablet

O ministro do desenvolvimento de recursos humanos Kapil Sibal afirmou ao The Economic Times que o tablet "vai ser lançado no próximo mês" e garantiu que "não se trata de um sonho, mas sim, uma realidade". Entretanto, ainda segundo o jornal indiano, alguns representantes do ministério confirmaram que o tablet vai começar a ser distribuído no dia 5 de outubro.
Sibal admitiu ainda que já foi oficializado um nome para o dispositivo, mas que este só será revelado no lançamento oficial do produto e recusou-se, posteriormente, a falar sobre as características do dispositivo. A confirmar-se o seu lançamento, este tornar-se-á no dispositivo computacional mais barato no mercado global.
O jornal indiano salienta também os benefícios que este tablet oferece aos estudantes indianos - a quem o dispositivo se destina inicialmente. O dispositivo "vai estar conectado à Internet vai desempenhar todas as funções que qualquer computador desempenha", pode ler-se na notícia.
De salientar ainda, que este tablet vai estar disponível para todos os estudantes indianos, desde os que frequentam o ensino primário aos estudantes universitários. No entanto, esta aposta nas tecnologias de informação não é apenas focada na educação. O ministro também vê esta aposta como uma forma de minimizar a corrupção na India.
Sobre o tamanho do dispositivo, os rumores baseados na apresentação do protótipo no ano passado, dizem que o tablet pode estar disponível em três tamanhos - 5, 7 e 9 polegadas. O que se sabe é que vai incorporar um browser, um leitor de PDF, capacidade de videoconferência e várias outras aplicações







fonte:Ler mais: http://aeiou.exameinformatica.pt/

sábado, 24 de setembro de 2011

Ainda nos chamam cubanos a nós???

Hoje venho dizer o que pensa um português médio do assunto que mais tem marcado esta ultima semana, um buraco chamado Madeira. Sim financeiramente de ilha a região autónoma da Madeira não tem nada, tem mais a ver com um enorme buraco, do que com qualquer outra coisa.


Já a muito que tenho esta opinião de que o arquipélago da Madeira é algo ruinoso para a economia nacional, e não é preciso ser se economista, gestor ou contabilista para chegar a tal conclusão. A maior fonte de receita madeirense é sem sombra de duvidas o turismo, mas há muitos anos que o turismo parece não chegar para esta ilha ser auto suficiente a nível económico, como é sabido as regiões autónomas estão incluídas na divisão do orçamento nacional anual, até aqui tudo bem no meu ver, mas o problema é que em "Cuba" o Sr. Alberto João Jardim nunca se contentou apenas com o que era destinado por direito a Madeira. Naquela pequena ilha perdida no meio do Atlântico houve sempre birras para que se pudesse contrair mais divida em favores das obras, das festarolas, carnavais e outros eventos que vão muito além da simples melhoria da qualidade de vida do Madeirenses. Aos gastos que só serviram para ganhar mandatos a frente do governo regional, só se lhe pode dizer uma coisa tramam nos bem tramados, uma vez que nos deram um bónus de divida externa de 5 mil milhões de euros, e quem vai pagar é o continente, uma vez que na Madeira tudo se faz para não aumentar impostos, para evitar despedimentos na função publica, para se continuar com obras publicas que não são de primeira necessidade e para continuar a haver festa rija.

Alberto João Jardim o homem falou em independência, quando ouvi pensei que ele estivesse louco, pus me logo a pensar que 6 meses após serem independentes chegariam a conclusão que realmente são um buraco financeiro e que tinham que vender a ilha a um país africano das proximidades. Hoje pelo que vi nas noticias já disse que tinha orgulho em ser português e que a história da independência tinha sido meramente um desabafo, no meu parecer acho que o Sr Alberto olhou para a coroa da moeda de um euro e percebeu que la dizia Republica Portuguesa, e que afinal não há euros Madeirenses.

Esta minha opinião que eu classifiquei como a ideia de um Português médio acerca do assunto, não é mais que uma opinião igual a de uma conversa de café, como qualquer conversa de café é baseada no que se diz por ai e no que se ouve nas noticias, estando assim a disposição das melhores, e das piores criticas.





By:André Leal

quarta-feira, 21 de setembro de 2011

Divagação

Habilitações não são em todos os casos sinónimo de sabedoria nem de cultura, ja vi licenciados que não sabiam quem foi o Vasco da Gama, ja vi tambem pessoas que nem o 9º ano tem serem mais astutas, inteligentes e cultas que muitos politicos e doutores, acreditem ou não essas pessoas ainda tem outra qualidade que faz falta a muita gente...humildade.


By:André Leal